São duas histórias entrelaçadas sobre fé, família e perdão.
Angie enfrenta um dilema quando seu marido Brad recebe uma promoção que exige mudança para a Califórnia. Entre a alegria pela bênção profissional e a dor de se afastar dos pais.
Irene carrega ressentimento contra sua vizinha Jessica desde um incidente constrangedor no passado. Através da oração e reflexão bíblica, com a ajuda de Christina, Irene encontra coragem para vencer a amargura e buscar reconciliação .
Temas como prioridades familiares, obediência a Deus e o poder libertador do perdão.
Personagens:
IRENE – vizinha (mulher)
CHRISTINA – vizinha (mulher)
JESSICA – vizinha (mulher)
NARRADOR(A)
TEXTO DO ROTEIRO
OBJETOS DE CENA:
Um sofá
Uma mesinha lateral
Uma mesa com dois copos de água/suco
Um telefone
Uma Bíblia
CENA 1
NARRADOR(A): A cena acontece na sala de estar da casa de Christina. Irene, que é vizinha dela, está fazendo uma visita.
IRENE: Oi, mãe. Tenho umas notícias pra te contar… (pausa)
É… talvez seja melhor você se sentar. (pausa) Não, não é má notícia, de verdade. Só me escuta um minuto.
Você sabe como a gente tem orado para o Brad conseguir aquela promoção no trabalho?
Então… ele conseguiu. (pausa) Sim… a gente está muito empolgado.
Vai significar um ótimo aumento de salário. (pausa)
Sim, nós dois estamos felizes… eufóricos, na verdade. (pausa)
Como assim eu não pareço feliz? (pausa)
Ah… isso. Bom, o que eu quis dizer é: é uma boa notícia, mas tem um lado difícil.
Bem, depende de como você olha. Porque, junto com a promoção, o Brad também vai ser transferido. (pausa)
Pra Califórnia. (pausa)
Eu sei que é longe, mas é uma oportunidade tão boa. (pausa)
Sim, eu sei. Você sempre pode ir nos visitar. Tem o oceano, e o clima é ótimo o ano inteiro… (pausa)
Eu sei. As crianças também vão sentir muita falta de vocês.
A gente vai gravar muitos vídeos e mandar muitas fotos. (pausa)
Eu sei que não é a mesma coisa. Mas vamos ter que nos acostumar. (pausa)
Não, eu não acho que o Brad deva recusar a promoção.
Ele queria isso há muito tempo. Mãe, a empresa vai nos mudar.
Eles estão ajudando a gente a encontrar uma casa. Vamos ter uma casa bem legal, com quintal. Vai ser ótimo pras crianças.
Elas vão ter mais espaço… e o Brad vai ganhar muito mais! (pausa)
Oi, pai. Você ouviu, né? Sim, o aumento é enorme… tipo, três vezes o que ele ganha hoje. (pausa)
É que a gente está muito apertado neste apartamento minúsculo. (pausa)
Não, ainda não contamos pras crianças. Mas acho que elas vão ficar animadas. Principalmente quando souberem que a Disneylândia fica perto. (pausa)
Sim, elas vão sentir falta de vocês. E pra mim também vai ser difícil. Mas é uma oportunidade muito boa pra nós. Parece até a forma como Deus respondeu às nossas orações. (pausa) Não, mãe, eu não vejo como a gente poderia ficar aqui e conseguir comprar uma casa. Seria uma luta enorme. E as casas na Califórnia estão subindo muito de preço. Então, em alguns anos, nossa casa pode valer bem mais. (pausa) Como assim? Vocês vão continuar sendo avós maravilhosos! Mesmo de longe… (Brad entra.) Mãe, pai, o Brad chegou, então é melhor eu desligar. Depois eu falo com vocês. (pausa) Tchau.
BRAD: Então você finalmente contou pros seus pais, hein?
ANGIE: Contei. Resolvi acabar logo com isso.
BRAD: E como foi?
ANGIE: Como você acha? Eles ficaram muito chateados.
BRAD: (Falando de modo compreensivo e encorajador, sem ser negativo, ao longo da cena.) Eles não conseguem ficar felizes por nós?
ANGIE: Você precisa olhar do ponto de vista deles.
BRAD: Sim, eu sei. Mas eles também precisam olhar do nosso ponto de vista. Eu queria isso há muito tempo! Nós oramos por isso. Isso é uma bênção de Deus!
ANGIE: Mas a minha mãe não enxerga assim. Ela acha que família tem que ficar perto, sempre junta.
BRAD: Nós somos uma família e vamos continuar juntos. Às vezes a gente precisa se afastar dos pais. Eu acho que eles vão ficar bem. Eles podem ir nos visitar.
ANGIE: Foi o que eu disse. Mas ela só falava em como isso era terrível. Chegou até a sugerir que você não aceitasse a vaga.
BRAD: Querida… eu não aceitar a melhor oportunidade que eu já tive? Eu não acho que eles pararam pra enxergar o quadro todo. A gente mal está conseguindo se manter aqui nesse apartamento minúsculo! A empresa vê algo em mim, eles têm um lugar pra mim. Eu vou ganhar três vezes mais do que ganho aqui! Foi o que eu sonhei e pelo que eu orei por tanto tempo! Isso vem de Deus.
ANGIE: Mas você não sabia que isso ia levar a gente pra Califórnia…
BRAD: Na verdade… eu meio que sabia que podia acontecer.
ANGIE: Sério? Você nunca me disse isso.
BRAD: Eu achei que não fazia sentido falar, caso não acontecesse.
ANGIE: Então você sabia esse tempo todo que a gente podia acabar indo pra Califórnia?
BRAD: Eu disse que eu meio que sabia. Eu não tinha certeza. Também existiam algumas possibilidades aqui.
ANGIE: Você podia conseguir uma dessas vagas daqui?
BRAD: Que vagas?
ANGIE: As daqui.
BRAD: Outras pessoas conseguiram. O que você está dizendo? Você não quer mais ir?
ANGIE: Brad, vai ser muito difícil. Eu nunca fiquei longe dos meus pais. E os nossos filhos nunca ficaram longe dos avós. Vai partir o coração deles ver os netos tão longe.
BRAD: Talvez eles possam se mudar pra Califórnia também.
ANGIE: Eles não têm condições de se mudar pra Califórnia! E o meu pai tem o trabalho dele aqui. Ele pode se aposentar em alguns anos. Eles vão ficar arrasados.
BRAD: Eu entendo, querida. Mas a gente precisa perceber o que Deus está fazendo na nossa vida e segui-Lo. Seus pais vão ficar bem. Eu não acho justo alguém me pedir pra desistir da melhor coisa que já me aconteceu.
ANGIE: Não, claro que não. Eu sei o quanto você queria isso.
BRAD: E não só eu. Você também queria, não queria?
ANGIE: Queria… mas eu não imaginava que seria assim.
BRAD: Mas é. Deus tem um propósito, mesmo quando a gente não entende. E eu estou tão animado por finalmente ter uma chance assim… e seria maravilhoso se minha esposa estivesse animada comigo. Em vez disso, eu estou começando a me sentir culpado, como se eu estivesse “separando a família” ou algo do tipo.
ANGIE: Eu acho que família é importante.
BRAD: Eu também acho, de verdade.
ANGIE: Mas você não parece se importar em se afastar deles. E a sua família? E os seus pais? Eles também vão passar por isso, sabia?
BRAD: Na verdade, eu liguei pro meu pai hoje, do trabalho. Ele ficou muito feliz por mim. Falou sobre como a gente trabalhou duro, orou… e agora o Senhor está derramando as bênçãos d’Ele sobre nós.
ANGIE: Então seus pais não ficaram chateados?
BRAD: Ele disse que vai ser difícil dizer adeus, e que vão sentir muita falta da gente e das crianças… mas que ele entende totalmente que é uma grande oportunidade e que a gente deve aproveitar.
ANGIE: Sei… aposto que sua mãe não vai falar assim.
BRAD: Claro que vai. Eles entendem que Deus está conduzindo isso e que Ele sabe o que está fazendo. Se você olhar com a mente certa, dá pra aceitar. Eu acho que meus pais estão fazendo isso.
ANGIE: Brad, você precisa pensar em como isso é pra mim. Eu vivi aqui a vida toda. Eu nunca fiquei longe dos meus pais… só naquela lua de mel longa.
BRAD: Espera aí. Quando você disse “a gente”, você não estava falando de você e de mim, né? Você estava falando de você e dos seus pais. Lembra, querida: você não mora mais com eles; você é casada comigo agora. “Nós” somos eu e você.
ANGIE: Eu sei… você tem razão. Eu não quis que soasse assim. Eu só estava tentando te mostrar como isso é pra mim. Eu frequento aquela igreja desde sempre. Eu e você nos conhecemos naquela igreja. Seus pais são amigos dos meus pais, e a gente se casou naquela igreja. É a única igreja que eu conheço.
BRAD: Eu não entendo o que isso tem a ver com a mudança.
ANGIE: É porque eu nunca conheci outra coisa! Eu nunca fui a outra igreja!
BRAD: Isso não é motivo pra ficar aqui só porque você nunca foi a outra igreja. Quando a gente chegar lá, vamos encontrar uma igreja boa… e pronto, você vai conhecer outra.
ANGIE: Não é só isso…
BRAD: Tá. Eu estou ouvindo e tentando entender. O que a sua mãe te disse?
ANGIE: Ela parecia tão triste… e o pai também.
BRAD: Eu acho que eles vão superar.
ANGIE: Meu pai disse: “Como é que a gente vai ser bons avós com vocês morando na Califórnia?”
BRAD: Ah… agora eu entendo por que você está assim. Isso também me faria me sentir culpado. Vamos pensar um pouco: como alguém é bom avô? E os seus avós? Quer dizer… bisavós. Eles moram em Ohio! E os meus? Moram na Califórnia. Eu sinceramente não acho que a distância defina isso. Eu quase nunca via meus avós. Mas agora a gente pode visitá-los mais vezes. É só uma mudança… só isso.
ANGIE: (ficando chateada) Eu não quero que a gente brigue por causa disso.
BRAD: A gente não vai brigar. Mas estamos falando de algo muito importante. Eu estou tentando ser bem compreensivo.
ANGIE: E está.
BRAD: Eu não imaginei que isso viraria uma questão tão difícil. Bom… talvez, lá no fundo, eu até tenha previsto que isso poderia acontecer. Mas a gente não pode deixar o que os outros dizem nos fazer duvidar do que Deus está fazendo na nossa vida… e da direção d’Ele pra nós. Acho que eles reagiram no impulso, sem parar pra enxergar isso pela perspectiva de Deus.
ANGIE: A minha mãe não quis me deixar mal. Ela só está triste e não quer que a gente vá. Ela não fez nada de errado.
BRAD: Talvez. Mas você ficou muito mais emotiva depois que falou com ela… e parece estar com dúvidas. Ontem vocês estavam todos animados quando eu cheguei com a notícia.
ANGIE: Só não parece certo tirar as crianças de perto dos avós.
BRAD: E quando você se mudou de Ohio?
ANGIE: Quando eu era bebê. É diferente.
BRAD: Eu não acho que seja diferente. Acho que é exatamente a mesma coisa.
ANGIE: Meu pai não veio pra cá por causa de emprego; veio pra estudar.
BRAD: Então por que ele não voltou pra Ohio depois?
ANGIE: Porque ele arrumou um emprego aqui e eles gostaram daqui. Mas a gente visitava muito os avós, e eles vinham ver a gente também.
BRAD: Exatamente. E seus pais vão fazer a mesma coisa. Todo mundo faz escolhas na vida, e às vezes isso nos afasta de quem a gente ama. Eu acredito que Deus está trazendo isso. E, se é o que Ele quer pra nós, então o que as outras pessoas pensam não pode pesar mais. Lembra quando a gente cogitou ser missionário? A gente podia estar morando em algum lugar da África agora! Como você acha que sua família lidaria com isso?
ANGIE: Mas isso seria um ministério.
BRAD: Eu vejo o meu trabalho como um ministério. Eu vejo como o lugar onde Deus me quer agora. E eu não acho que eu deva recusar essa oferta… essa bênção de Deus.
ANGIE: E se não for de Deus? E se isso for um sinal de que não é a vontade de Deus a gente ir?
BRAD: Você acha isso de verdade?
ANGIE: Você já pensou em procurar um emprego diferente aqui, que pagasse melhor?
BRAD: Não. Eu não quero outro trabalho. Eu gosto do que eu faço e estou muito animado com essa promoção. Eu acho que posso ir bem nisso. Eu quero isso… mas eu preciso que minha esposa me apoie.
ANGIE: Eu te apoio. E eu estava animada… até falar com a minha mãe.
BRAD: Tá vendo?
ANGIE: Brad, eu e minha mãe somos muito próximas.
BRAD: (com cuidado) Talvez próximas demais?
ANGIE: (decepcionada) Brad!
BRAD: Desculpa… eu não devia ter dito isso. Eu sempre pensei que, se você não fosse filha única, talvez fosse diferente.
ANGIE: Pode ser. Mas é o que é. A minha mãe é a minha melhor amiga.
BRAD: (tentando aliviar) Eu não sei se isso é bonito… ou um pouco estranho. Querida, meu melhor amigo é o Stu, e eu vou ter que me afastar dele. A gente precisa aceitar a mudança. Isso é o que Deus está fazendo na nossa vida agora, e é uma coisa muito boa. Eu quero que você fique feliz comigo. Como estava ontem. Quanto aos seus pais… é a primeira vez que eles ouvem isso. Talvez eles se acostumem e lidem melhor com a ideia. Talvez meu pai ajude eles a ter a postura certa. Mas agora eu estou preocupado com a gente. A gente consegue ficar bem com isso? A gente consegue passar por isso juntos?
ANGIE: Você tem razão. Você é meu marido, e eu te amo. Eu te apoio em tudo… então vou confiar em você nisso também.
BRAD: Não confie em mim. Confie em Deus.
ANGIE: Parece que Deus respondeu à nossa oração, e foi assim que Ele respondeu. Vem d’Ele, e eu aceito. Agora a gente só precisa orar pra que meu pai e minha mãe também aceitem. E ore por mim, porque ela vai me ligar de volta, e eu preciso ser forte quando eu falar com ela. Não vai ser fácil.
BRAD: Por que a gente não ora agora? (Ele se senta ao lado dela no sofá. Eles dão as mãos e se curvam enquanto as luzes se apagam.)
CENA 2
NARRADOR(A): Jessica, outra vizinha cristã, bate à porta da casa de Christina.
(Christina e Irene ainda estão sentadas no sofá. Jessica bate numa porta fora do palco.)
CHRISTINA: Quem é?
JESSICA: (fora do palco) Sou eu, a Jessica.
CHRISTINA: Ah, entra, por favor!
JESSICA: (entra em cena) Oi, Christina. Oi, Irene. (Jessica sorri)
CHRISTINA: (se levanta e abraça Jessica) Oi, minha querida amiga e vizinha. Que bom te ver!
IRENE: (acena para Jessica) Oi.
JESSICA: Vejo que vocês estão ocupadas, então não vou tomar muito tempo. Eu queria convidar vocês para uma ação evangelística no bairro que eu estou organizando neste sábado. Deus tem colocado um peso no meu coração pelas pessoas desta rua e das ruas ao redor. Então, eu gostaria de colocar um folheto evangelístico em cada caixa de correio da vizinhança no sábado. Vocês estão livres e conseguem ir comigo?
CHRISTINA: Sim, eu adoraria. Isso é obra do nosso Pai, e eu sou grata por essa oportunidade.
JESSICA: (vira-se para Irene) E você, Irene? Você consegue ir com a gente?
IRENE: (fria, sem interesse) Não, não consigo. Eu vou estar muito ocupada no sábado. Tenho que trabalhar e só volto à noite.JESSICA: Ah, tudo bem. Tenho certeza de que vai aparecer outra oportunidade pra você ir com a gente. (para Christina) Então eu te vejo no sábado. Vou te mandar mensagem com os detalhes — horário e local de encontro. No máximo até sexta-feira à tarde.CHRISTINA: Tá bom. Vou ficar aguardando.
JESSICA: Obrigada. Preciso ir agora. Tchau!
CHRISTINA: Tchau, e obrigada por vir.
IRENE: (acena, desviando o olhar)(Jessica sai de cena.)
CENA 3
(Christina e Irene continuam sentadas no sofá.)
CHRISTINA: Está tudo bem entre você e a Jessica?
IRENE: Sim… por que você perguntou?
CHRISTINA: Porque você foi tão fria com ela agora há pouco.
IRENE: Eu só fiquei cansada de repente.
CHRISTINA: E você mentiu dizendo que vai trabalhar no sábado?
IRENE: É que eu não queria parecer desinteressada na evangelização.
CHRISTINA: Mas acabou parecendo pior. (pausa) Irene, eu sou sua amiga. Você pode confiar em mim. O que está acontecendo de verdade entre vocês?IRENE: (suspira) Eu… eu não gosto dela.
CHRISTINA: E por quê?IRENE: Ela é muito orgulhosa e age como se fosse a única pessoa espiritual por aqui… como se fosse a única com quem Deus fala. Deus fala comigo também.
CHRISTINA: Fala? Então… o que Deus tem te dito sobre isso?
IRENE: Deus não disse nada, porque não tem nada pra dizer.
CHRISTINA: (pausa) E a sua saúde? Quero dizer… melhorou a pressão alta?
IRENE: Não. Não melhorou nada.
CHRISTINA: (suspira) Hmm… agora eu entendo.
IRENE: Entende o quê?
CHRISTINA: Eu estava orando por você na semana passada, no meu tempo devocional, e Deus me deu uma palavra pra você. Está em Tiago 5:14–16. Deixa eu ler pra você. (pega a Bíblia na mesinha)“Alguém entre vós está doente? Chame os presbíteros da igreja, e estes façam oração sobre ele, ungindo-o com óleo em nome do Senhor. E a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados. Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados. Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo.”
IRENE: (começa a chorar) Eu estou com tanta raiva… Desde que a Jessica me fez passar vergonha num encontro do grupo de solteiros — porque o material do programa chegou atrasado — eu tenho sido muito fria com ela.
CHRISTINA: (coloca a mão no ombro de Irene) Chegou a hora de soltar isso. Deixar ir. Deus quer te curar, mas o seu coração está cheio de raiva, ressentimento, amargura e falta de perdão. Você não percebe que está impedindo a sua própria cura?
IRENE: (chora mais; Christina a abraça) Eu estou pronta pra deixar ir. Deus, por favor, me ajuda a soltar isso. Dói, dói muito… mas eu estou pronta pra deixar ir. Me perdoa, Senhor. E me ajuda a perdoar a Jessica também.
CENA 4
(Christina e Irene continuam sentadas no sofá.)(Christina segura as mãos de Irene enquanto Irene faz uma ligação.)
IRENE: (ao telefone) Alô? Alô? Você consegue me ouvir?
JESSICA: (fora do palco) Oi, sim, estou ouvindo.
IRENE: Eu queria te pedir pra eu ir até a sua casa no sábado de manhã. É uma conversa urgente.
JESSICA: (fora do palco) Ah… sábado de manhã… sim, tudo bem. Mas eu achei que você ia trabalhar no sábado.
IRENE: Ah, não se preocupe com isso. Eu explico quando eu chegar. Então… te vejo por volta das nove da manhã no sábado.
JESSICA: (fora do palco) Certo. Até lá. Deus te abençoe.
IRENE: Obrigada. Deus te abençoe também.(Christina e Irene se abraçam.)
NARRADOR(A): Portanto, como eleitos de Deus, santos e amados, revistam-se de profunda compaixão, bondade, humildade, mansidão e paciência; suportem-se uns aos outros e perdoem-se mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outra pessoa. Assim como Cristo os perdoou, perdoem também. Colossenses 3:12–13.Mas, se vocês não perdoarem as ofensas dos outros, também o Pai de vocês não perdoará as suas. Mateus 6:15.Perdoar pode ser difícil, mas Jesus nos dá graça para perdoar quem nos feriu.
FIM.
Esta peça na WEB LET IT GO
GODLYPEARLS (Pérolas Piedosas) – Fazendo com que Jesus Cristo seja conhecido, uma história de cada vez
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