Textos de teatrais para desenvolver o teatro na igreja, peças de teatro evangélico.

O maior conteúdo gratuito para o teatro nas igrejas.


A VIDA É O NOSSO LUGAR

Eu vim para te dar vida, e vida em abundância

A VIDA É O NOSSO LUGAR
Esquete com enfase na VIDA.
Fala tanto em buscar a vida e o bem, quanto em nos distanciarmos das aparências de mal, violência e tals... Fala também naquele que é O Caminho A Verdade e A Vida...
Ato único, com 3 cenas

Personagens:PESSOA 1PESSOA 2:PESSOA 3:PESSOA 4:PESSOA 5:Grupo de alunos
Trilha musical, que fale sobre o tema VIDA.
CENÁRIOS E FIGURINOS: de acordo com a cena, longas batas brancas e pretas.
 
CENA 1
(No palco, a direita, um grande vaso transparente com água. )
(Á esquerda, uma tocha de fogo. )
(Pelo meio entram os personagens e espalham-se estrategicamente pelo palco. )
PESSOA 1:Diante do homem, estão a água e o fogo.
PESSOA 2: O bem e o mal.
PESSOA 3: A vida e a morte também!
(Neste momento coloca-se uma música ambiental triste e projeta-se uma série de slides com cenas degradantes, de violência e morte. )
(Depois, entra um personagem, vestido de preto, carregando uma grande cruz... posicionando-se no centro)
PESSOA 3: o homem descobre mil formas de destruir a vida!
(Á MEDIDA QUE OS PERSONAGENS VÃO FALANDO, VÃO CAINDO AO CHÃO).
PESSOA 4: Aborto diário de milhares de crianças.
PESSOA 5: Na poluição dos rios, mares, lagos, no campo e na cidade....
PESSOA 6: Na prisão e na tortura de menores de ruas...
PESSOA 7: Na marginalidade dos abandonados...
PESSOA 8: Na destruição de florestas e no extermínio de animais
PESSOA 9: No salário injusto, na falta de terra, na falta de teto, na falta de pão e de paz.
(MOMENTO DE SILÊNCIO, MUSICA SUAVE AO FUNDO, DEPOIS se APAGAM AS LUZES. E TODOS SAEM GRITANDO BEM ALTO )
A MORTE NÃO É O FIM!
A MORTE NÃO É O FIM!
 
Cena 2:
(Entram personagens vestidos com vestes claras, espalham-se pelo palco e fazem um breve coreografia, como se lançassem sementes, afagando, acariciando, com olhares de amor, ternura e amizade)
PESSOA 1: Quem acredita em Jesus Cristo, não deve ter medo da morte. Ele deve lutar pela vida.
PESSOA 2: A vida é o próprio pensamento de Deus, criando amor por tudo e por todos.
PESSOA 3: a vida é o sonho, é a luta dos incompreendidos, dos perseguidos, dos injustiçados.
PESSOA 4: a vida é o sorriso da criança, nascendo mais forte que a morte.
PESSOA 5: a vida é aquele pequeno tijolo, colocado na grande parede de união e da fraternidade.
PESSOA 6; a vida é o levantar das quedas, o recomeçar a caminhada interrompida.
PESSOA 7: a vida é Jesus Cristo, vencedor final de todas as formas de morte, nosso princípio e fim.
(Entra Jesus Cristo, com suas vestes vermelhas e todos cantam: )
*** Um certo dia a beira mar***
Mostrar o cartaz: EU SOU O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA!
 
CENA 3:
(Ao fundo projeta-se uma nova série de slides)
(Espalhados pelo palco, os personagens com as vestes claras falam: )
PESSOA 1: O cristão só tem um dever nesta vida:
TODOS EM CORO: Lutar pela vida!
PESSOA 2: Em suas próprias casas:
TODOS EM CORO: Lutar pela vida!
PESSOA 3: na rua, no bairro, na cidade onde moram:
TODOS EM CORO: Lutar pela vida!
PESSOA 4: no trabalho e na escola:
TODOS EM CORO: Lutar pela vida!
PESSOA 5: no sindicato, no clube, nas associações:
TODOS EM CORO: Lutar pela vida!
PESSOA 6: Nas associações e grupos da comunidade:
TODOS EM CORO: Lutar pela vida!
PESSOA 7: Em todo o tempo e lugar:
TODOS EM CORO: Lutar pela vida!
PESSOA 8: Nos momentos difíceis.
TODOS EM CORO: Lutar pela vida!
PESSOA 9: Em qualquer ocasião!
TODOS EM CORO: Lutar pela vida!
PESSOA 10: Com força e com vontade!
TODOS EM CORO: Lutar pela vida!
PESSOA 11: Agora e na hora de nossa morte:
TODOS EM CORO: Lutar pela vida!
 
 
Um Certo Galileu
(Pe. Zezinho / Scj)
Um certo dia, a beira marApareceu um jovem GalileuNinguém podia imaginarQue alguém pudesse amar do jeito que ele amavaSeu jeito simples de conversarTocava o coração de quem o escutavaE seu nome era Jesus de NazaréSua fama se espalhou e todos vinham verO fenômeno do jovem pregadorQue tinha tanto amorNaquelas praias, naquele marNaquele rio, em casa de ZaqueuNaquela estrada, naquele solE o povo a escutar histórias tão bonitasSeu jeito amigo de se expressarEnchia o coração de paz tão infinitaEm plena rua, naquele chãoNaquele poço e em casa de SimãoNaquela relva, no entardecerO mundo viu nascer a paz de uma esperançaSeu jeito puro de perdoarFazia o coração voltar a ser criançaUm certo dia, ao tribunalAlguém levou o jovem GalileuNinguém sabia qual foi o malE o crime que ele fez; quais foram seus pecadosSeu jeito honesto de denunciarMexeu na posição de alguns privilegiadosE mataram a Jesus de NazaréE no meio de ladrões puseram sua cruzMas o mundo ainda tem medo de JesusQue tinha tanto amor

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