SEDENTOS POR DEUS

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Sedentos de Deus - Teatro Cristão Um contador de história, que diz que tudo foi o Severino que contou pra ele.

A história contada, é bíblica, mas quando o Severino contou disse que tinha acontecido no nordeste brasileiro. É a história de uma mulher que tinha tido 5 maridos, e agora, estava “amasiada” com um outro homem.

Ficou bem interessante!

"Escrevi essa peça para o culto de missões, o resultado foi muito legal! Fica aí a sugestão para aqueles que quiserem usá-la para a glória e louvor do Senhor."
Personagens:
Uma mulher
Um homem missionário
Pessoas vestidas de retirantes
Narrador-contador de história (linguagem sertaneja)
Sugestões de hinos:
Hino 1: “Tantos amantes”- Igreja Batista do Morumbi : Vento Livre
Hino 2: “A Samaritana” – Sérgio Lopes: A Fé (dueto com Fernanda Brum)
Hino 3: “A mulher samaritana” – Cristina Mel : Tem coisas que a gente não esquece
Hino 4: “Água da vida” - Igreja Batista do Morumbi : Vento Livre
NARRADOR: Esse é mais um daqueles causos que um tal de Severino me contou.
Diz ele que lá pras bandas do nordeste, ali nas região da Bahia, existia certa feita, uma dona, de nome Sinhá Maria. Tudo mundo chamava ela de Sá Maria. Essa dona Samaria era um pouco mal falada, sabe cumo é, ela já tinha tido cinco marido e nos último tempo tava amasiada com um tal que... vocês sabe...
E o povo fala mesmo.
Pois num é que um dia, a dona Samaria saiu de casa, para pegá água no poço e veja o que lhe acunteceu...
(Entra a mulher – Fica andando triste enquanto o hino 1 é cantado... no momento certo, de acordo com o hino, entra o missionário e se assenta próximo ao poço, através de mímica, eles desenvolvem o restante da cena conforme o hino)
NARRADOR: Diz que a dona Samaria ficou ali, proseano com aquele homem diferente.
Diz que ele falou cum ela, sem nem ligá dela ser... Vocês sabe.. Assim, uma dona conhecida...
E diz inté, que ele antes de ela falá da vida dela pra ele, ele já sabia de tudinho.
Mas num deu ligança pra nada disso. A prosa deles foi muito grande, diz que foi mais o meno assim:
( A mulher e o missionário ficam fazendo mímica da conversa durante todo o hino 2)
NARRADOR: Adispois daquele dia, nunca mais Samaria foi a mesma. Ela mudou mesmo! Hoje, tem gente que diz que foi por causa da conversa dela com o tal moço.
Diz que ela tomou uma água diferente, uma tal de água da vida. Diz inté, que essa água da vida, mata a nossa sede pra sempre. Ínté hoje, o povo diz que aquela água da vida, que a dona Samaria bebeu, é milagrera, porque mata a sede que o povo tem de conhecer Deus. Mais será que a dona Samaria sabia que água era aquela?
(A mulher e o missionário ficam parados como estátuas durante o hino 3)
NARRADOR: Ela finalmente descobriu quem era aquele moço. Sim, tanto descobriu, que adispois de receber aquelas palavra, ela saiu correndo e foi chamar todos da cidade para ouvir aquele moço.
(a mulher sai e volta com outras pessoas caracterizadas de retirantes nordestinos que ficam atentos enquanto o missionário canta o hino 4).
NARRADOR: E diz meu amigo Severino, que inté hoje, aquele moço e muitos outros iguais a ele, andam por aí falando dessa água da vida. E atravéis deles, muita gente tem mudado de vida, igual a dona Samaria, que hoje é uma dona feliz e ajuda muita gente. É causa disso que eu digo, nóis tem que ajudar esses moços que andam por aí ajudando o povo sedento de Deus.

 

Blog da autora desta peça

 

Igreja Batista Bethléem – Vitória da Conquista/BA

 

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