CIÇO PRECISA OUVIR... Quem irá até ele?

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Quem irá até ele? Ciço precisa ouvir... Quem irá até ele?
Existem milhões de brasileiros carentes de Deus, nesta história Ciço já tinha tentado de tudo para aliviar seu sofrer. Ah, esta peça é ambientada no sertão, para onde foi uma missionária...


Personagens:
Um homem sertanejo (Ciço)
Uma mulher sertaneja (Damiana)
Outro homem sertanejo (Zé)
Uma mulher missionária
Narrador

Sugestões de hinos:
Hino 1: “Canto Forte” – Cristina Mel: CD Gratidão
Hino 2: “Liberdade pra amar”– Cristina Mel: CD Mel
Hino 3: “Nosso Pai Que Estás no Céu”- Hino 384 HCC
Hino 4: “Que estou fazendo se sou cristão?” – 552 HCC
NARRADOR: A idolatria e o sincretismo é a marca da religiosidade do povo nordestino, especialmente no sertão onde a miséria e as péssimas condições de vida subjugam o povo. O nordeste representa um grande desafio e o avanço do evangelho tem sido muito lento. O povo nordestino tem buscado a Deus, mas muitas vezes isso se dá de maneira equivocada.
CIÇO: Bora muié, traz us meninu. Vamo que o camião do Severino já vai sair pra Lapa.
DAMIANA: Oxê, home, se acalma que num posso esquecer de levar as velas do santo.
CIÇO: Ocê tá certa, muié. Quem sabe dessa vez o santo arresolve nossos probrema.
(saem com os filhos)
NARRADOR: Este é o triste retrato da nossa gente. Um povo cheio de crendices, sem esperança e que se prende a falsos cultos e falsas religiões. Um povo que desconhece a verdadeira cura que só existe em Jesus. Uma gente sofrida, repleta de incertezas.
(Entra o grupo de jovens e canta “Canto Forte”)
(Ciço volta e encontra Zé, um amigo)
ZÉ: E aí, Ciço, como foi a viagem?
CIÇO: Vixi! Zé, foi uma beleza!
ZÉ: E o amigo arcançou arguma graça dessa vez?
CIÇO: Eu mesmo não, mas sabe aquela Zefa, mulé de mininu, aquele que tem um primo? Pois então, o cachorro do tio do cunhado do primo dele, que tava com a patinha esquerda machucada, ficou com a direita boazinha, boazinha...
ZÉ: É, Ciço, acho que está na hora de muda de ideia... (sai rindo)
(Ciço fica sozinho e pensativo)
CIÇO (pensando alto): Sabe que o Zé tem razão?! Eu já apelei pra tudo quanto é santo e meu sofrimento num acaba. Num é só a seca, a miséria... eu trago uma miséria bem maior aqui no meu peito. Preciso de paz, de liberdade... me sinto preso, parece que uns laço invisive me amarra. Eu quero conhecê, se existe, uma liberdade mesmo...
Ué... Parece que tô ouvindo uma música dentro de mim...

(Solo: Liberdade pra amar)
CIÇO: Tudo isso é muito lindo! Alguém precisa me explicar... como vou acredita se eu não ouvir? E como vô poder escutá, se ninguém me falá?
(Chega uma missionária)
MISSIONÁRIA: Boa tarde!
CIÇO: Boa! Eu conheço a senhora?
MISSIONÁRIA: Acho que não. Sou uma missionária. Estou aqui porque Jesus ama você e quer salvar sua vida. Só Ele é capaz de curar e salvar.
CIÇO: Apois, se só ele é capaz de curar e salvar, então... Óia, o que eu preciso fazer?
MISSIONÁRIA: Abra o seu coração e aceite Jesus como seu único Senhor e Salvador. Reconheça que é um pecador e que precisa dele.
CIÇO: Eu quero ouvir mais, fale mais...
(saem, conversando)
NARRADOR: Como o Ciço dessa história, existem milhões de nordestinos, que adoram deuses estranhos e outros tantos, que prestam culto às mais diversas entidades. Isso representa um grande desafio para nós. Clamemos ao nosso Pai, para que ele se digne a olhar para esse povo sertanejo.
(coral: “Nosso Pai Que Estás no Céu”- Hino 384 HCC )
NARRADOR: Pois é, minha gente, existem milhões de brasileiros carentes de Deus, que precisam ser visitados e evangelizados.
Quem irá aos campos anunciar?
Quem sustentará os que forem?
Quem se dispõe a interceder por homens como Ciço e por todo o Brasil?
A oportunidade é essa: aproveite para servir ao Senhor de Missões.
(Toda a igreja, de pé, canta junto com todos os participantes da apresentação: “Que estou fazendo se sou cristão?” – 552 HCC)

 

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