O POVO DA CAVERNA

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Mãos pede socorro na caverna

Há muito tempo, havia uma tribo numa escura e muito fria caverna.

Eles lamentavam-se fortemente. Era tudo o que eles faziam, era tudo o que sabiam fazer.
A esperança era algo muito estranho e desconhecido para eles e no meio da escuridão viram, a figura de um estranho...

Teatro baseado no livro de: Max Lucado - Ouvindo Deus na Tormenta. CPAD, 2005.

 

Personagens: Jesus; Mulher; Personagem 1; Personagem 2; Personagem 3; Personagem 4; Personagem 5

(A cena se acontece num lugar com as luzes desligadas, de noite. As personagens podem ser mais do que 5, umas 15 pessoas, vestidas de preto e gritando e uivando, chorando em voz alta, ouvem-se gritos de desespero, a te a voz de Jesus aparecer e causar medo, por ser diferente do que conhecem)
 
Locutor: Há muito tempo, havia uma tribo numa escura e muito fria caverna.
Os habitantes da caverna se encolhiam e se abraçavam gritando em alta voz por causa do frio. Lamentavam-se fortemente. Era tudo o que eles faziam, era tudo o que sabiam fazer.
Os barulhos na caverna eram fúnebres, mas as pessoas não sabiam, por que nunca tinham conhecido a alegria. O espírito na caverna era de morte, mas as pessoas não sabiam, porque nunca tinham conhecido a vida.
Mas de repente, um dia, escutaram uma voz diferente.
 
- Jesus: Tenho ouvido os seus lamentos. Tenho sentido o frio que vocês sentem e tenho visto a escuridão em que vocês se encontram. Eu vim para ajudá-los.
 
Locutor: As pessoas na caverna se calaram. Nunca antes tinham ouvido essa voz. A esperança era algo muito estranho e desconhecido para eles.
 
- Personagem 1: Como podemos saber se é verdade que Você veio para nos ajudar?
- Jesus: Confiem em mim. Eu tenho o que vocês necessitam.
 
Locutor: As pessoas da caverna viram através da escuridão, a figura de um estranho. Ele estava abaixado empilhando alguma coisa no chão.
 
- Personagem 2: O quê você está fazendo?
- Personagem 3: Você é surdo? Perguntamos o que está fazendo?
- Personagem 4: Responda! (pode até empurrar levemente o ombro de Jesus)
- Jesus: Eu tenho o que vocês precisam.
 
Locutor: Tendo dito isto, virou olhando para o montinho que estava aos seus pés e o ascendeu. A madeira ardeu, surgindo chamas e a luz inundou a caverna. As pessoas se encheram de pavor.
(o fogo pode ser aceso numa lamparina ou candeia, escondido no meio de pedras, quando o fogo acender, todos devem gritar, cobrir o rosto com as mãos)
 
- Personagem 5: Tire isso! Machuca os nossos olhos!
- Jesus: A luz sempre fere antes de ajudar. Aproximem-se. Logo passará a dor.
- Personagem 4: Eu não!
- Personagem 2: Nem eu! Você ficou louco? (fala com agressividade)
- Personagem 3: Somente um tolo poderia arriscar-se expondo seus olhos a uma luz dessas! (gritando e sem olhar pro fogo)
- Jesus: Vocês preferem a escuridão? Preferem morrer de frio? Não tenham medo, deem um passo de fé! (Faz um silencio e depois disse) Aqui está muito agradável!
(colocando as mãos encima do fogo como par a se esquentar)
(Depois de uns minutos timidamente uma mulher se aproxima por trás de Jesus e disse)
- Mulher: É verdade! Estou me esquentando! Já posso abrir os meus olhos! Posso ver!! (diz emocionada)
- Jesus: Aproxime-se mais! (com voz amorosa)
- Mulher: É tão agradável! (agora também esquentando as mãos no fogo, do lado de Jesus)
- Mulher: Venham todos! Sintam este maravilhoso calor! Já não tenho mais frio!!! (convidando com entusiasmo)
- Personagem 1: Silencio mulher! Você quer nos levar junto na sua loucura? Deixe-nos em paz e vá embora e leve essa luz!
- Mulher: (falando para Jesus) Porque eles não querem vir?
- Jesus: Porque escolheram o frio, ainda que seja insuportável é o único que eles conhecem. Eles preferem morrer de frio e na escuridão, do que mudar!
- Mulher: Eles preferem morrer na escuridão? (surpresa)
- Jesus: Lamentavelmente sim! (responde com muita tristeza)
Locutor: A mulher que agora desfrutava do calor guardou silencio. Olhou para a escuridão e depois olhou para o homem que acendeu o fogo
 
- Jesus: Você vai sair de perto o fogo?
- Mulher: (fica pensativa e demora uns segundos para responder) Não... Não posso. Não posso nem imaginar a ideia de voltar para as trevas àquele frio mortal mas... (demora uns segundos) mas também não posso suportar o pensamento de que meu povo morra na escuridão.
- Jesus: Você não precisa aceitar isso!. (fala com entusiasmo, e se abaixa e pega um tocha embebida em algum combustível e a acende na lamparina e entrega a mulher dizendo com firmeza...) Pegue, leve isto ao seu povo. Diga para eles a verdade sobre a luz. Fale do reino da luz, pregue, insista, não se desanime. Diga-lhes que a luz é para todos o que a receberem de coração! Vá, eu a envio!
(A mulher pega a tocha e se dirige ao povo e começa a tocar a música “Ascende uma luz” na medida que ela vai convence eles alguns ajudam ela a convencer outros. Alguns rejeitam mas muitos recebem salvação. Na medida que são alcançados colocam becas na cor branca como sinal de salvação)
 
(O Pastor ou líder fazer uma apelo para as missões ou para a igreja se envolver em ganhar almas.)
 
Teatro baseado no livro de: Max Lucado -Ouvindo Deus na tormenta. CPAD, 2005.
Adaptado por: Pastora Gabriela de Fiúza - Ministério Boa Semente.


Fonte do texto: Monte Sião Online

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