CADEIRA ELÉTRICA

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CADEIRA ELÉTRICA - Teatro Cristão No meio de um culto instala-se um tribunal.
O Juiz é enérgico, intolerante, inflexível...
O acusador tem prazer em tripudiar e humilhar os réus.
Os ajudantes do Juiz são os próprios “cavalheiros da morte”
Quando o acusado já foi sentenciado, já foi condenado a morte. Surge o Salvador, Jesus para uma morte vicária.

Há, no site,  outra peça chamada A CADEIRA ELÉTRICA

Personagens:
Ajudante do Juiz –
Juiz-
Dois seguranças(Pode ser mais participantes)-
Condenado-
Amigo-
Jesus-
Voz da leitura final-

Em um determinado momento do culto, enquanto o Pr ainda estiver falando, um grupo de pessoas, vestidas de preto, de preferência com “toucas ninjas”, entram na igreja fazendo bastante barulho para intimidar as pessoas, colocando medo nelas.

Num cenário de pavor, deve ser montada uma tribuna para um juiz, que deve ser alguém muito brabo, que não mostre feições de alegria.

Com as portas fechadas, o ajudante, poderia ser o acusador, anuncia que a partir daquele momento iniciará o julgamento de todas aquelas pessoas ali presentes.

O acusador anuncia o nome do primeiro acusado, o acusado deverá estar junto com as demais pessoas, sentado nos bancos.

Dois rapazes fortes irão até o acusado e trarão até perante o juiz.

O juiz lê todas as acusações que pesam sobre o condenado (mentir, enganar, odiar, negar perdão, orgulho...e assim uma grande lista) o acusador pode fazer algumas declaração para rebaixar o condenado

O juiz deve declarar que as leis do país são claras. O condenado deve ser executado na cadeira elétrica.

No momento em que o condenado escuta a sentença começa a clamar desesperadamente por misericórdia, porém o juiz deve ser irredutível.

Quando o condenado quase se esvaiu de suas forças, como última tentativa, clama ao juiz se não houvesse uma forma de escapar da condenação.

O juiz, sem deixar de demonstrar frieza, declara que há somente uma forma do condenado escapar da execução. Somente se alguém que seja inocente morrer em seu lugar.

O condenado começa a clamar por alguém que lhe substituísse na morte. Um de seus amigos pode levantar oferecendo-se para a execução, porém o juiz declara que o próximo a ser julgado seria o amigo e que para ser substituto na condenação não poderia ter nenhuma infração, deveria ser totalmente puro.

O amigo que tentou se oferecer começa a trabalhar como um advogado de defesa. O amigo começa a questionar o público, se não há ninguém que fosse capaz de substituir o amigo na morte.

Quando já esta prestes a desistir de ajudar o amigo, o advogado lembra-se que a ultima saída é fazer uma oração e clamar aos céus para que mande livramento.

De algum lugar surge um homem muito humilde, pode ser até um pouco feio, que encara o juiz e diz que tomará o lugar de todas as pessoas presentes, que morreria no lugar de todos.

O juiz questiona quem é esse homem, então ele responde que é Jesus Cristo.

O juiz apavorado olha para o seu ajudante que começa a freneticamente revirar uma pilha de papéis e meio desconsolado olha para o juiz e declara que não há nenhuma acusação sobre ele, que é o único que pode tomar o lugar de todos.

Com uma cara de decepção o juiz declara que Jesus pode tomar o lugar de todos na morte, e ordena que Ele seja levado para a execução.

Quando Jesus já está sendo levado para a morte Ele clama ao juiz para falar suas últimas palavras. O juiz permite que Jesus faça sua declaração.

Jesus diz que tomou o lugar de todos na morte, portanto, é nosso dever tomar o seu lugar na Vida. Que a nossa vida possa fazer a morte dEle não ter sido em vão.

Enquanto todos vão saindo uma voz pode ler: Is 53.5
Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados”.

 

IECB (Igreja Evangélica Congregacional do Brasil) de Panambi-RS Zona Norte nos dias 29-31/03/2013

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