Páscoa

UMA PÁSCOA ESPECIAL

PÁSCOA ESPECIAL A história de três irmãos que vivem seus conflitos às vésperas da Páscoa até que descobrem o verdadeiro significado dessa data.

Personagens

Os irmãos:

LUCAS: rebelde e não crente;

MARTA: cristã mas com valores errados sobre o evangelho;

DANIEL: cristão verdadeiro e fiel;

DONO DO BAR: aparece só na cena com Lucas

JESUS: todo vestido de branco com roupas modernas.

EMPRESÁRIO: aparece apenas uma cena com Daniel e Marta.

Datas: 
Estilos: 
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Autores: 

JESUS ALÉM DO NATAL

Imagem Principal: 

Dramatização de vários momentos da vida de Jesus.
Jesus além de ser a esperança representada na criança que nasceu num berço humilde, é o SENHOR que derrotou a morte.

 

Encenação da história do nosso único e fiel salvador, desde antes da fundação do mundo até o nosso futuro convívio com ele na glória, na vida eterna, inclusive a última Páscoa celebrada pelo Mestre Jesus e seus discípulos.
 

A ÚLTIMA PÁSCOA

A ÚLTIMA PÁSCOA Representação da PÁSCOA cristã, um script rico em detalhes, que cita até o material a ser usado.
Personagens

JESÚS
PEDRO

JUDAS
TOMÉ
BARRABÁS
MULHER 1
MULHER 2
GUARDA 1
GUARDA 2
IMPERADOR
LADRÃO DA DIREITA
LADRÃO DA ESQUERDA
NARRADOR




Datas: 
Estilos: 
Diversos: 

A RESSURREIÇÃO

A RESSURREIÇÃO Representação teatral de cenas, desde o anúncio do  nascimento de Jesus, até o momento da crucificação e a ressurreição do Salvador.

17 Cenas, curtas, com representações cênicas das narrativas bíblicas.

Narrador faz a costura, ou ilustra fatos em BO

Diversos: 
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AGNUS DEI

AGNUS DEISofrimento de Jesus representado em um sonho de um homem influenciado por dúvidas existenciais.

Trata-se de uma encenação em licença poética para mostrar que somos nós os culpados pela morte de Jesus, ainda que o castigo não recaia sobre nós, devido à misericórdia de Deus.

No sonho, o diabo se deleita com o sofrimento de Jesus (influenciando um rei déspota fictício a aplicar o castigo em Jesus para que este venha pagar pela a culpa de outros prisioneiros verdadeiramente culpados com todos os requintes de crueldade, propondo ainda ironicamente se algum daqueles prisioneiros se disporiam a pagar da mesma forma).

No final, Jesus se aproxima do protagonista (que é o narrador) para que não se sinta culpado nem que sinta compaixão pela morte de Jesus, mas que obedeça aos seus mandamentos. Quando o protagonista acorda, aceita a existência de Deus e se conscientiza da obra vicária de Jesus.

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